IA em foco: Escala, Experiência e Estratégia | SAMBA NEWS #24
- 11 de fev.
- 3 min de leitura
A inteligência artificial segue avançando dos projetos experimentais para a prática e já impacta diretamente decisões estratégicas, modelos operacionais e a dinâmica da força de trabalho. Enquanto líderes discutem os limites da autonomia dos sistemas, empresas começam a estruturar equipes apoiadas por agentes inteligentes e o varejo acelera experiências cada vez mais orientadas por dados.
Nesta edição, reunimos quatro perspectivas que ajudam líderes a refletir sobre adoção, governança e impacto real da IA nos negócios.
IA como força multiplicadora: 1 profissional + 100 agentes ao seu lado
Líderes de tecnologia e investidores têm debatido intensamente os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho, entre temores de demissões em massa e visões mais otimistas sobre produtividade. Shishir Mehrotra, CEO da Superhuman, defende uma perspectiva radicalmente positiva, argumentando que a IA não está “tirando empregos”, mas sim multiplicando a capacidade de cada profissional ao equipá-lo com centenas de agentes digitais que automatizam tarefas e ampliam resultados individuais.
Uma visão que coloca a IA como ferramenta de expansão de poder de trabalho, não como substituta direta da força humana. Mehrotra vai além do discurso tradicional de automação, sugerindo que os profissionais do futuro serão gestores de frotas de agentes digitais, delegando às máquinas atividades operacionais e focando sua energia em decisões estratégicas, criatividade e coordenação.
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NRF 2026: a IA redefine a lógica de crescimento no varejo
O NRF 2026 reforçou uma mensagem clara para o varejo global e brasileiro: a inteligência artificial já é parte estrutural da estratégia, não apenas um diferencial competitivo. Executivos do BTR Varese e do iFood Ads destacaram que o foco agora está na experiência contextual, em que dados e algoritmos interpretam comportamento em tempo real para antecipar demandas e personalizar jornadas.
Para o Brasil, o recado é direto: varejistas que investirem em infraestrutura de dados, automação e modelos preditivos conseguirão operar com mais eficiência e relevância junto ao consumidor.
🔗 Veja mais insights da NRF 2026 no Varejo S.A.
Afinal, até onde deixar a Inteligência Artificial decidir?
A Gartner projeta que, até 2028, sistemas inteiramente baseados em agentes de IA estarão envolvidos em uma parcela significativa das decisões operacionais diárias. Ao mesmo tempo, órgãos reguladores e especialistas em governança reforçam a necessidade de supervisão humana efetiva, especialmente em decisões de maior impacto.
Como encontrar esse equilíbrio na sua operação? A resposta é mais sobre arquitetura de decisão do que sobre tecnologia.
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Os 5 principais erros ao investir em IA: o que líderes precisam corrigir antes de implementar ou escalar.
A Inteligência Artificial já está diretamente ligada a metas de eficiência, redução de custos e aumento de produtividade em muitos negócios. O desafio é que, mesmo com esse potencial claro, boa parte das iniciativas não entrega o impacto esperado. Não por falha da tecnologia, mas por decisões equivocadas tomadas no início da jornada.
Na Samba, ao acompanhar empresas em diferentes estágios de maturidade, vimos padrões claros de erros que se repetem. São armadilhas comuns, mas evitáveis, desde que líderes tratem a IA como uma capacidade organizacional e não como uma solução isolada.
🔗 Destacamos os 5 principais pontos que precisam ser corrigidos antes de implementar ou escalar projetos de IA no Blog Sambatech.
A inovação não para... e a gente também não. Na próxima semana tem mais Samba News para você ficar por dentro do que está movendo o ponteiro nas empresas!
Até lá! 👋 Time Sambatech






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