SambaTalks T08E20 Especial com o Time da Sambatech!
- Samba

- 16 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
RevoluTech na Prática: Por que projetos de IA travam antes de gerar resultado? No novo episódio do SambaTalks, Gustavo Caetano, nosso fundador, recebe o supertime da Sambatech - Fernando Ferreira (Head de Inovação e IA), Everton Alves (Executive VP) e Rachel Paranhos (CRO) - para uma conversa direta ao ponto sobre um problema recorrente no mercado: a distância entre o discurso sobre inteligência artificial e a capacidade real de execução nas empresas.
O episódio parte de uma constatação simples, mas pouco enfrentada: não falta tecnologia disponível. Falta clareza estratégica. Ao longo da conversa, o time analisa por que tantas iniciativas de IA não avançam, mesmo com investimento, times dedicados e boas ferramentas, e aponta os principais pontos de ruptura que acontecem antes mesmo da tecnologia entrar em cena.
O que está, de fato, travando projetos de IA na entrega de resultos reais?
1. Começar pela tecnologia é um erro estrutural
Um dos argumentos centrais do episódio é direto: projetos de IA fracassam quando começam pela solução, e não pelo problema. Muitas empresas adotam ferramentas, modelos ou plataformas antes de definir com precisão o que precisa ser resolvido, como o sucesso será medido e quais áreas realmente se beneficiam da IA.
Sem esse alinhamento inicial, a tecnologia vira um fim em si mesma, e não um meio para gerar impacto.
2. Múltiplas iniciativas, pouca prioridade
Outro ponto recorrente é a fragmentação. Times testando várias frentes ao mesmo tempo, pilotos desconectados entre si e ausência de critérios claros para decidir o que escalar ou encerrar. O resultado é previsível: consumo excessivo de recursos e dificuldade para demonstrar retorno.
O episódio deixa claro que priorizar é tão importante quanto inovar.
3. Maturidade e dados vêm antes da automação
A conversa também aprofunda um tema frequentemente subestimado: maturidade organizacional e dados. IA depende de processos minimamente estruturados, dados confiáveis e clareza sobre quem decide o quê. Sem essa base, automatizar apenas acelera problemas já existentes.
Nesse contexto, o grupo reforça que IA não corrige desorganização. Ela a expõe.
4. RevoluTech não é tecnologia, é mudança de lógica
Ao se posicionar como uma RevoluTech, a SambaTech reforça que inovação real não acontece apenas com novas ferramentas. Ela exige revisão de mentalidade, processos e formas de decisão. A tecnologia entra depois, quando o contexto está preparado para absorvê-la.
Essa visão atravessa todo o episódio e ajuda a explicar por que algumas empresas avançam com IA enquanto outras permanecem presas a pilotos eternos.
5. EstrategIA: clareza antes de escala
É a partir dessa leitura que surge o EstrategIA. Não como um atalho tecnológico, mas como uma forma estruturada de ajudar empresas a entender seu estágio de maturidade, organizar dados e definir prioridades antes de escalar qualquer iniciativa de IA.
A lógica é simples e rigorosa: identificar onde a IA gera valor real, onde ainda não faz sentido investir e quais passos precisam vir antes da automação inteligente.
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